Acabei de ver o filme com o qual a maioria das solteironas se identifica ou deseja que o mesmo lhes aconteça na vida real: " O Diário de Bridget Jones". Devo confessar que também eu me identifiquei. Quando me deu o impulso de me pegar à escrita, levantei-me da cama e deparei,pela janela, um carro patrulha a fazer um peão no terreno defronte da minha janela, ou, pelo menos, a tentar(este pormenor apenas as pessoas que se entregam à sobriedade o entenderão). bem...em relação ao filme, apenas tenho a dizer que não me identifico com o peso da personagem. De resto, claro que gostaria de encontrar "o tal", mas não é um objectivo. É possivel que um dia aconteça e não fecharei portas. Mas...tenho de amadurecer mais e, por mais banal que isto se se possa entender, tenho de me encontrar. Por enquanto estou satisfeita por não ter possibilidade de alimentar o ímpeto de ligar a uma determinada personagem que surgiu na minha vida (ou será realmente uma pessoa?)
Encontro um grande regozijo por saber que alguém fez um filme com cenas bastante idênticas a umas tantas que acontecem no meu banal dia-a-dia... mas eu sou uns anos mais nova, e como tal,maior a tolerância, se bem que seja de denotar o espanto de algumas pessoas perante aspectos da minha vida que, para mim, são bastante aceitáveis (sinto-me neste momento como Bocage, mas deixo de parte as minhas metáforas sexuais e sinto-me uma perfeita idiota em fazer este comentário, mas, impulsiva como sou, não evito escrevê-lo), no aspecto de não ser permanentemente questionada acerca da minha vida amorosa, afinal...vivi um trauma. Para ti, minha grande amiga que me lês, sei que sabes o que, no fundo, eu sinto e espero...mas estou a aprender a ser paciente. Sinto, neste momento, uma total satisfação por ser tal como sou e sei que os devaneios desta fase são apenas isso... devaneios temporários... E Amanhã saberei estar novamente como sempre estive: sóbria e confiante, sem ataques de pânico, sem medo de enfrentar as agruras da vida. Tudo é tão passageiro e ultrapassável enquanto estamos vivos... por mais que doa, já sabemos que um dia nos vamos sentir melhor!
E é esta a esperança que nos vai alimentando e dando forças todos os dias...
Encontro um grande regozijo por saber que alguém fez um filme com cenas bastante idênticas a umas tantas que acontecem no meu banal dia-a-dia... mas eu sou uns anos mais nova, e como tal,maior a tolerância, se bem que seja de denotar o espanto de algumas pessoas perante aspectos da minha vida que, para mim, são bastante aceitáveis (sinto-me neste momento como Bocage, mas deixo de parte as minhas metáforas sexuais e sinto-me uma perfeita idiota em fazer este comentário, mas, impulsiva como sou, não evito escrevê-lo), no aspecto de não ser permanentemente questionada acerca da minha vida amorosa, afinal...vivi um trauma. Para ti, minha grande amiga que me lês, sei que sabes o que, no fundo, eu sinto e espero...mas estou a aprender a ser paciente. Sinto, neste momento, uma total satisfação por ser tal como sou e sei que os devaneios desta fase são apenas isso... devaneios temporários... E Amanhã saberei estar novamente como sempre estive: sóbria e confiante, sem ataques de pânico, sem medo de enfrentar as agruras da vida. Tudo é tão passageiro e ultrapassável enquanto estamos vivos... por mais que doa, já sabemos que um dia nos vamos sentir melhor!
E é esta a esperança que nos vai alimentando e dando forças todos os dias...
